#Passarinhei – Corocochó

Ontem estive no Parque Serra do Mar – Núcleo Curucutu com dois passarinheiros queridos: Claudia Komesu e Luccas Longo!

Tive o prazer de encontrar mais uma vez o Corocochó!

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O Corocochó (Carpornis cucullata) é uma espécie incomum. Habita palmitais e as proximidades da copa e o estrato médio de florestas em montanhas. Vive solitário no interior da floresta, sendo mais ouvido do que observado. Fonte: Wikiaves.

Esse é meu segundo encontro com essa ave (o primeiro eu contei AQUI).

Emocionante!

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Se você quiser ver mais fotos que eu fiz do Corocochó, é só acessar meu álbum no Pinterest.

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Beijos, Ju Diniz

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#Passarinhei – Corocochó

A ave que vou mostrar hoje também fotografei no Parque Curucutu, em São Paulo! É o Corocochó.

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Essa é uma espécie incomum. Habita palmitais e as proximidades da copa e o estrato médio de florestas em montanhas. Vive solitário no interior da floresta, sendo mais ouvido do que observado. Fonte: Wikiaves.

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Lindo, não é?

Um beijo, Ju Diniz

 

Registro feito em Dezembro/13.

#OndeSeInspirar – Curucutu

Existe um assunto sobre o qual meu marido e eu sempre conversamos: onde nos divertiremos com nossos filhos – ou melhor, futuros filhos – aqui em SP? Queremos que nossos pequenos cresçam com algum tipo de contato com a Natureza. Mas como fazer isso numa cidade como São Paulo, onde a única opção de lazer parece ser o Shopping?

Saiba que existe uma solução além de viajar para um paraíso natural!

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Num sábado, fui convidada pelo Guto, passarinheiro e organizador do Avistar – o maior evento brasileiro de Observadores de Aves – para passarinhar no Parque Curucutu!

A princípio, pensei que era brincadeira. Um parque em SP com esse nome? Nunca tinha ouvido falar…

Mas minha surpresa foi demais ao no Parque Estadual da Serra do Mar – Núcleo Curucutu! ENORME!

Depois de cerca de 1 hora de carro sentido Zona Sul, incluindo um trecho de estrada de terra por fazendas e paisagens encantadoras, chegamos ao Núcleo Curucutu. A recepção foi feita por 2 guias super atenciosos e gentis, mais um motivo de alegria!

Você não paga para entrar. Bom, não é? Mas lembre-se: você precisa agendar um horário para garantir que haverá um guia disponível para te acompanhar na trilha!

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O caminho é emocionante! Prepare-se para muita terra e muita lama! Mas a sujeira vale a pena. Agora, se você é do tipo que não gosta de sujar seu carro ou se não se sente seguro em aventuras mais “off-road”, aconselho procurar uma agência de ecoturismo e agendar o passeio! Um guia te levará até lá e você não correrá o risco de ficar atolada! 🙂

A trilha do parque? Repleta de flores, árvores e aves! O Guto e eu tivemos o prazer de ouvir, observar e fotografar algumas espécies maravilhosas. Entre elas, o Corocochó, uma ave encontrada apenas nessa região.

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Uma coisa importante: vista-se adequadamente! Esse é um blog de moda, né? Não poderia deixar de dar essa dica. Calças grossas (nada de bermudas) te protegem de arranhões na perna. Cores neutras te deixam mais camuflado na paisagem. Não vista aquela sua camiseta vermelha incrível! As aves se assustarão e não chegarão tão perto de você. Nos pés, dê preferência para aquelas botas para caminhada. Se não tiver uma – meu caso – use um tênis bem batido. Aquele que, se sujar, não tem problema. Uma mochila com alças confortáveis é uma boa para levar água, frutas ou barrinhas de cereal. Binóculos e máquina fotográfica também são uma boa para não perder nenhum detalhe!

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A conclusão é que mesmo quando não for possível viajar para uma praia ou para a montanha, é possível ter um contato real com a Natureza!

Eu aconselho!

Visite o site do parque AQUI e curta a página do Facebook AQUI.

Um beijo, Ju Diniz