#EUCOMPENSO, e vc? #PUBLI

Eu sou do tipo que acredita que um mundo melhor começa com a mudança de atitude de cada um. Por isso me encantei tanto quando conheci o projeto de sustentabilidade do Santander, o Programa Reduza e Compense CO2. É uma chance que cada um de nós tem de diminuir nosso impacto nas mudanças climáticas e contribuir para nosso planeta.

Para entender como o programa funciona direitinho, é preciso saber um pouco mais sobre o tal “Efeito Estufa” que a gente já ouviu muito falar.

E se vc não sabe muito sobre o Efeito Estufa, dá uma olhada nesse vídeo aqui. Tá tudo explicadinho, de um jeito bem fácil.

O Programa Reduza e Compense CO2 funciona de um jeito muito simples e qualquer pessoa pode participar.

Basta acessar uma Ferramenta Online para entender e calcular quanto carbono nós emitimos em nossas atividades diárias. E vale tudo: dirigindo para o trabalho (ou indo de ônibus), viajando de avião ou até em atividades do cotidiano como cozinhando, tomando banho, etc.

Além de receber dicas sobre como reduzir as emissões de CO2, você também poderá comprar Créditos de Carbono para ajudar a um dos projetos disponíveis e apoiados pelo Santander que seguem padrões reconhecidos internacionalmente, avaliando a redução efetiva de gases estufa e a capacidade de contribuição para um desenvolvimento sustentável. Estes são os projetos apoiados em 2014: Projeto Florestal Santa Maria, Cerâmica Irmãos Fredi, Cerâmica Menegalli e Cerâmicas Guaraí, Itabira e Santa Izabel.

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E tem mais! Cada vez que a hashtag #eucompenso for usada, o Santander se compromete a compensar as emissões de carbono dos tweets, posts no Facebook e Instagram, até atingir 100 bilhões de menções.

E aí, bora divulgar?

Pra saber mais, veja esse vídeo aqui:

#eucompenso, e vc?

Beijos, Ju Diniz

8 comentários sobre “#EUCOMPENSO, e vc? #PUBLI

  1. Bom dia Ju!
    Não poderia deixar de comentar este post, pois é um dos temas tratados pelos meus colegas no nosso Núcleo de pesquisa na USP São Carlos. Concordo que devemos repensar sobre o que consumimos e de como este produto chega até nós, se é de fonte confiável, sem exploração inadequada dos recursos naturais ou de mão-de-obra irregular, etc. No entato, discordo desta ideia de crédito de carbono (até mesmo porque o CO2, de todas as fontes geradoras, não representa nem 1% dos gases na atmosfera), pois é comprovado por pesquisas céticas sobre o Aquecimento Global Antropogênico, de que é uma questão econômica de privação do desenvolvimento dos países em pleno desenvolvimento…Enfim, é muito longo para se escrever aqui rsrsrs, mas só para fechar, o homem não tem a capacidade de mudar o clima do planeta (localmente faz estragos gigantescos, como é o exemplo de Sampa), pois antes dele vem o Cosmos, o Sol, os Oceanos e os Vulcões…caso tenha interesse em saber mais sobre esta discussão, sugiro o site do Fake Climate (http://www.fakeclimate.com/beta/) e depois posso procurar as entrevistas dos profs. Molion da federal de Alagoas e Ricardo Felício da USP (eles explicam melhor este assunto).

    Beijos e bom sábado!!!

    • Nunca deixe de comentar, Grace. Principalmente quando vc tiver coisas importantes a dizer como nesse comentário.
      Vou dar uma olhada em tudo isso que vc escreveu com calma. Depois vamos conversar. Eu nunca tinha ouvido uma posição assim…
      Obrigada por sempre acrescentar aqui! 🙂
      Beijo, Ju

      • Oii Ju! A discussão dos dois pontos de vista é super importante, mas nem sempre acontece, pois na maioria das vezes não existe esta abertura. Se você procurar no Google pelos dois professores que mencionei, o Prof. Luiz Carlos Baldicero Molion da Universidade Federal de Alagoas, e o Prof. Ricardo Augusto Felício da USP Sampa, você vai encontrar várias entrevistas deles, inclusive duas do Ricardo muito engraçadas, uma com o Jô Soares e a outra com o Ronnie Von. Particularmente eu prefiro a abordagem do Prof. Molion, pois o Ricardo é bem menos amigável quando critica a hipótese do Aquecimento Global Antropogênico (AGA). Eu conheço os dois, mas tenho mais contato com o Ricardo, por ele ser da USP Sampa e fazer parte do nosso Núcleo de pesquisa em São Carlos.
        O que eles criticam é que o homem não tem o poder de mudar o clima da terra, e sim as forças naturais. Se presenciaremos um aquecimento ou resfriamento será por conta destas forças (cosmos, sol, rotações da Terra, oceanos, vulcões), mas de acordo com as pesquisas sérias (não as compradas pelos governos, dos relatórios do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, vulgo IPCC), a Terra está saindo de um período Interglacial e entrará numa era Glacial, situação bem menos favorável do que se acontecesse um Aquecimento Global.
        Enfim, falei muito novamente, mas se quiser algum dia conversar sobre isso ou até participar de alguma palestra dos professores, é só falar!!!
        Super beijo e ótimo domingo!!!

        PS: outro assunto que o Ricardo critica bastante é a tal camada de ozônio, que é bem fininha mesmo, não é homogênea, ou seja, o tal buraco existe por causas naturais e porque não bate tanto sol nas regiões Polares (o ozônio se forma na atmosfera pela ativação dos raios solares), e pelo mesmo motivo esta camada só existe durante o dia. Durante à noite ela desaparece…enfim, mais um assunto para você ficar curiosa.
        Bjos!

  2. Grace, estou no interior e a internet aqui é terrível! 🙂
    Desculpe-me demorar para te responder. Além do problema com a Internet, eu estou bem “desconectada” pra poder relaxar mais.
    Sobre as eras, aquecimento e esfriamento da terra, estou contigo. Sei que são causas naturais que levam às grandes mudanças climáticas. (Não sou bióloga, não conheço os termos técnicos corretos para essas coisas.)
    Mas ao mesmo tempo, acho que nós temos um papel na aceleração desse processo. Pode ser menor que a imaginada… ou maior. Mas não dá pra falar que nossa passagem pela Terra não cause nenhum mal ao planeta, entende?
    Bom, gosto disso. Gosto de ouvir gente que pensa como vc. Gosto de novos pontos de vista. Da diversidade de pensamentos.
    Todas as discussões seriam mais saudáveis se pudéssemos expor idéias, trocar pensamentos e absorvêssemos o que há de bom em tudo.
    Quando voltar, vou dar uma olhada nisso tudo. E, de coração: obrigada por discordar. É bom ter vc aqui tanto na hora de falar dos looks quanto na hora de falar sobre assuntos polêmicos.
    Um beijo, um fim de ano maravilhoso pra vc e nos vemos em 2015!
    Ju

    • Oii Ju! Obrigada pela oportunidade de colocar o ponto de vista dos céticos, que lutam por uma ciência verdadeira, sem interesses econômicos por trás dos fatos.
      Se quiser retomar este assunto em 2015, estarei à disposição. Apesar de não ser o foco da minha pesquisa, gosto bastante do assunto.
      Desejo a você e sua família um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo! Boas Festas! Beijos

      • Prezadas Ju e Grace,
        As maiores economias e empresas do mundo estão fazendo um esforço sem precedentes e torrando um volume de recursos gigantesco com o propósito de reduzir a dependência de combustíveis fósseis – lembrem-se que os EUA são os maiores produtores mundiais de petróleo atualmente – de modo a reverter esse quadro. Também os maiores cientistas de todas as nacionalidades estão empenhados na discussão e análise do tema há anos. Então eu pergunto: por que o Brasil, que não tem quase patentes, prêmios ou reconhecimentos internacionais acha que pode questionar qualquer esforço que seja? Que esforço faz o Brasil para melhorar ou mesmo assegurar um mínimo de qualidade de vida para o seu próprio povo??? Mas endossar matéria de cientistas duvidosos, isso sim!! Até porque, desqualificar quem faz alguma coisa parece conferir uma aura de expertise, não é mesmo? E não dá quase trabalho!! Olha que maravilha..,
        Pois bem, vamos ao que interessa. O mundo já ultrapassou o debate sobre o aquecimento e suas causas há 1 década. Mas não causa estranheza que ainda estejamos nessa página, sinceramente. A questão atual não é científica, é mero pragmatismo, pura e simples gestão de risco. Quando temos um risco com uma chance possível de ocorrer, o que fazemos? Estabelecemos medidas para sua mitigação. O risco é sempre uma possibilidade, não uma certeza. Pois bem, os países com cabeças pensantes e pragmáticas chegaram a seguinte conclusão: se estiver aquecendo e for o homem o causador, precisamos fazer alguma coisa, sob pena de sermos destruídos porque não agimos quando ainda havia algo que pudéssemos fazer. Preocupação bastante louvável afinal são lideres e é isso que se espera deles: que liderem!!! Sendo assim, os grandes do mundo estão – MAIS UMA VEZ – fazendo alguma coisa. Porque criticar é fácil, assim como é fácil fazer ciência de brincadeira. Difícil é assumir uma posição corajosa e tentar conduzir uma massa gigantesca de ignorantes por um caminho óbvio no qual, na pior das hipóteses – se nada der certo, se a causa é do planeta, das radiações solares, da fúria dos deuses ou sabe-se lá de que mais – pelo menos fomos capazes de agir global e coletivamente uma vez na história. Simples assim. Se não fizer bem, mal não fará jamais.
        Pelo texto da Grace parece até que as grandes economias estão esperando que os eternamente emergentes façam alguma coisa. Não estão, Grace. E não estão por motivos óbvios. Não conseguimos fazer o básico, aquilo que já foi testado e comprovado mundo afora, por que seríamos capazes de fazer algo novo? De forma corajosa?Pensem bem… A grande preocupação é o custo dos países bostas por não fazerem nada. Nem potencial para anular o esforço das potências mundiais nós temos… Mas pra dar trabalho para os outros, aí sim! Disso a gente entende, não é mesmo? Aonde o Brasil vai se financiar quando precisar investir em novas tecnologias quando a energia proveniente de petróleo e gás estiver defasada e amplamente substituída? Que máquina ou motor o Brasil produz em larga escala? Tecnologia brasileira, que fique claro. Os endinheirados estão dizendo: falidos, façam seu dever de casa enquanto temos 5 décadas de horizonte pois não podemos garantir crédito a partir da segunda metade deste século, portanto, não digam que não foram avisados. Mas aí aparece um site XPTO, falando uma baboseira qualquer que acaba ganhando corpo a partir da internet. E nós brasileiros, como sempre MEGA EXPERTOS (sic), deixaremos para amanhã o que o mundo já começou a fazer disciplinada e objetivamente há quase 1 década. Bom… Por falta de dejá vu a gente não morre, né?! Infelizmente..
        Abraços.

        PS: cabe esclarecer que eu não sou cientista e não estudo ou estudei na USP.. sou bancária. Mas também não trabalho no Santander. Ao contrário, trabalho na concorrência. Mas fico feliz que estejam se dando ao trabalho de reproduzir aqui a comunicação institucional utilizada na Espanha. Quem sabe um dia nós estejamos maduros o suficiente, como os europeus, para debater quando ainda cabe debate, e agir quando for a hora da ação. Pegar o bonde andando e aproveitar para fazer discurso não é feio, Grace. É perda de tempo e de energia. Ineficiência operacional pouco produtiva é insustentável no longo prazo. Acho que pelo menos essa parte já restou comprovada, não?!

      • Bem Mariana, a Ju postou um assunto muito importante e o blog nos permite expor diferentes opiniões de várias origens. O fato de pegar o bonde andando não diminui a contribuição de nenhum pesquisador sério, que dedica sua vida a estudar determinado assunto. Do contrário não existiriam avanços em nenhuma área do conhecimento, pois o “bonde” estará sempre andando. Ser contra o Aquecimento Global Antropogênico não significa ser a favor do desmatamento, poluição, etc, mas sim contra esta ideia de sustentabilidade das grandes instituições capitalistas, do terrorismo climático imposto por grupos com interesses financeiros. Acreditar que instituições deste tipo estão interessadas na preservação do meio ambiente é deveras ingênuo.

        É importante com certeza propor novas formas de consumo, exploração dos recursos naturais, de apropriação e uso do solo, etc, mas com cuidado para não seguir a cartilha de capitalistas camuflados de ambientalistas.

        Como já sugeri anteriormente, existem mais trabalhos sobre o assunto do ponto de vista dos céticos no site do Fakeclimate.

        Abraços

      • Mariana,
        Antes de mais nada, me desculpe não poder te responder antes. Estava viajando e com acesso restrito à internet.
        Obrigada por sua mensagem. Como disse anteriormente, não li nada sobre a nova pesquisa proposta ainda, mas tendo a concordar contigo que não basta cruzar os braços e esperar pelo futuro.
        Embora muitos digam que “o inferno está cheio de boas intenções”, acredito que essas “boas intenções” podem incentivar outros humanos a mudar seu jeito de viver.
        Enfim, é nosso planeta, onde viveremos pelos próximos anos.
        Um beijo e comente sempre!
        Ju Diniz

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